O chamado do mar sem fim
Naquele píer mais distante, eu fui abandonado
Meu navio havia zarpado
Deixando apenas ventos cálidos
Vendo apenas a espuma do arrependimento
As dançarinas ondulando
E o gosto do vinho da Tyvia
Não conseguia superar a minha lembrança do mar
Dos seus sussurros a dançar
Mesmo os gritos animados dos meus filhos
Me deixam indiferente e apreensivo
Anelando pelo lamento daqueles nas profundezas
E seus mistérios não desvendados
Recorto florestas de madeira escura
E faço sangrar os veios de prata da montanha
Mas meu bolso não está cheio de dinheiro
O soldo basta para saciar a minha sede das profundezas salgadas
Não sou lorde nem aristocrata,
Não sou Supervisor, nem estudioso
Mas queimaria os seus tomos todos
Derreteria suas coroas de ouro
Para ser jovem por um dia e de volta no mar sem fim